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Empresas brasileiras são muito lentas na tomada de decisão, diz estudo

aiserver_decisoesEstratégia - posso dizer que boa parte dos empresários com quem lidei são lentos na tomada de decisões. Nos últimos dois anos conheci mais de 100 empresas e sempre há um ar de lentidão no sistema de gestão. Primeiro por não saberem lidar com informações, segundo que fogem dessa situação pois precisam do clássico "analisar" que traduzindo, na maioria das vezes, quer dizer: "Eu não vou fazer nada agora, pois tenho 'receio/medo' e estou onde estou tomando decisões lentas." O que acham? Claro, há aqueles que tomam decisões rápidas, estes eu classificaria como profissionais de alta performance.

Basta ouvirmos os funcionários dizerem: "A empresa deveria fazer isso, fazer aquilo, tem anos que digo que a empresa precisa fazer isso, finalmente fez". Fica a pergunta: se as empresas são lentas nas decisões, quem toma decisões rápidas tem Vantagem Competitiva?

Nas empresas brasileiras, 44% dos funcionários avaliam que o processo de tomada de decisões acontece sem demora - na China esse índice chega a 60%.

As empresas brasileiras têm pouca agilidade em tomar decisões, em comparação com as companhias de outros países, mostra um levantamento realizado pela consultoria Hay Group.

O estudo revela que 44% dos funcionários de empresas brasileiras acreditam que o processo de tomada de decisões acontece sem demora.

O índice é o 14º dentre os 34 países avaliados pela consultoria, incluindo economias emergentes e avançadas. A China lidera o ranking, sendo que 60% dos empregados consultados acreditam que suas empresas tomam decisões rapidamente.

Em segundo, está a Índia, com 58%, e em seguida o México, com 52%.

Os Estados Unidos aparecem em quinto, com 50,6%, e a Alemanha em sexto lugar, com 48,3% - o índice mais alto dentre os países europeus pesquisados.

O Reino Unido aparece em décimo terceiro lugar, com menos da metade (45%) dos empregados britânicos sinalizando que suas empresas são capazes de tomar decisões com agilidade.

"Ao contrário da Europa, os processos de decisões são muito menos centralizados em mercados emergentes", explica Elton Moraes, consultor do Hay Group." As empresas ágeis são capazes de flexibilizar e mudar, se estruturando para evitar processos burocráticos", completa.

O estudo também avaliou a flexibilidade das empresas para responderem às mudanças no mercado. Nesse quesito, a Índia lidera, com 73% dos empregados avaliando as empresas como flexíveis.

O Brasil aparece em quinto lugar, com 68%, índice acima da média dos países pesquisados, de 65%.

Em média, nos países europeus, 64% dos empregados dizem que suas empresas são capazes de responder eficazmente às mudanças nos mercados.

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